És.
Fomos.
Talvez voltemos a ser.
Meu (ani)mal! Adoentas-me a alma, ressacas-me os pensamentos, apertas-me a memória e, por fim, deixas-me pelo caminho.
Agora dás-me novas coordenadas, despertas-me o alarme e voltas a mostrar-me o quão bonitos ainda podem vir a ser os minutos em conjunto.
Prometi a mim mesma que a ti não retornaria, mesmo que te enxovalhasses às minhas solas, e consegui, até certo ponto, em mim mesma acreditar.
Tenho medo de te (re)descobrir e de me perder.
Tu sabes, aos dezasseis é o tudo ou o nada. Já foste o tudo, caíste no nada. E é nos teus breves e contados (quase) dezassete, que novamente te rabisco, te fecundo minha letra e te gravo mais um dos meus devaneios (sei que desta são outros).
Por enquanto, sem pressa nem ilusão, apenas aguardo um leve, e ao mesmo tempo orgásmico, sorriso teu, porque eu sei ...
"O bom filho à casa torna".
sabes que mais?
ResponderEliminarés um coração de manteiga sua puta de merda
amo.te
esse teu coraçãozinho de manteiga :]
ResponderEliminaramo-te topas?